segunda-feira, 6 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Oficinas de Integração 2015: Inscrições encerradas
Ontem foi o último dia de inscrições para entrada de novos voluntários no Projeto Estampido. Todos que se inscreveram e receberam o e-mail de confirmação preparem-se para momentos únicos e lindos na vida de vocês, nos encontraremos nos dias 18 e 19 de abril. Será o momento onde todos os futuros membros irão descobrir sua identidade de palhaço e ver se realmente é isso que você deseja participar.
Então é isso, mais informações enviem para um de nossos contatos que está no menu
ou para nosso e-mail: projetoestampido@gmail.com .
Projeto Estampido 5 anos: #TáNaCaraAAlegria
Então é isso, mais informações enviem para um de nossos contatos que está no menu
ou para nosso e-mail: projetoestampido@gmail.com .
Projeto Estampido 5 anos: #TáNaCaraAAlegria
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Nos 5 anos do projeto, membros demonstram seu amor
A exatamente 5 anos o projeto Estampido surgia. Conhecido regionalmente e porque não nacionalmente e internacionalmente o projeto continua firmando seu objetivo: Estampar alegria a quem precisa.
Para comemorar seus 5 anos, os membros do projeto resolveram demonstrar seu amor através de depoimentos de como é o projeto, o que ti faz estar nele etc.
Para Kelly o projeto: "...Me salva de ser sozinha, me salva de ser gente grande o tempo inteiro.." , já para Herlem "O Estampido vai além de um projeto é uma família..."
Esses e outros textos você encontra abaixo:
#TáNaCaraAAlegria
Para comemorar seus 5 anos, os membros do projeto resolveram demonstrar seu amor através de depoimentos de como é o projeto, o que ti faz estar nele etc.
Para Kelly o projeto: "...Me salva de ser sozinha, me salva de ser gente grande o tempo inteiro.." , já para Herlem "O Estampido vai além de um projeto é uma família..."
Esses e outros textos você encontra abaixo:
#TáNaCaraAAlegria
Oficinas de Integração 2015: Último dia de inscrições
As inscrições para as oficinas de integração para novos voluntários do Projeto Estampido está a todo vapor, porém hoje é o último dia de inscrições. Se vocês ainda não se inscreveu separe um tempinho na sua agenda e venha doar com a gente amor e alegria a quem precisa. Para se inscrever:
- Deve baixar e preencher o formulário que se encontra no grupo do facebook clique aqui ;
- Enviar a ficha de inscrição para o e-mail projetoestampido@gmail.com
- Aguarde uma confirmação e pronto.
As oficinas ocorrerão nos dias 18 e 19 de abril de 2015 na Casa da Culturapróximo a praça Saraiva. Aguardamos todos!
- Deve baixar e preencher o formulário que se encontra no grupo do facebook clique aqui ;
- Enviar a ficha de inscrição para o e-mail projetoestampido@gmail.com
- Aguarde uma confirmação e pronto.
As oficinas ocorrerão nos dias 18 e 19 de abril de 2015 na Casa da Cultura
quarta-feira, 19 de março de 2014
Estampido recebe Daiani Brum da ONG Esparatrapo
Nos dias 10 a 19 de Abril, esteve conosco do Estampido a palhaça Brum da ONG Esparatrapo de São Paulo, que tem um projeto de circulação pelo nordeste para trocas de experiências, intercâmbios culturais com outras ONG's que trabalhem com arte humanizadora. Em destaque um post da mesma no site da Esparatrapo:

O inesquecível pernambucano Paulo Freire nos alertou sobre os perigos da esperança do verbo esperar. Esperar que a violência acabe, esperar que comportamentos inadequados da sociedade se modifiquem, esperar que o mundo seja mais humano, esperar que haja justiça social. Mas e eu, o que eu FAÇO para que as transformações aconteçam? Qual é minha obra neste mundo? De que maneira exerço influência sobre ele?
ESPERANÇA DO VERBO ESPERANÇAR
Por Brum em 18 de março de 2014
É preciso ter esperança, mas ter esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo esperar.
E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, esperançar é não desistir! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo…” (Paulo Freire)

O inesquecível pernambucano Paulo Freire nos alertou sobre os perigos da esperança do verbo esperar. Esperar que a violência acabe, esperar que comportamentos inadequados da sociedade se modifiquem, esperar que o mundo seja mais humano, esperar que haja justiça social. Mas e eu, o que eu FAÇO para que as transformações aconteçam? Qual é minha obra neste mundo? De que maneira exerço influência sobre ele?
Acredito mais do que nunca que “Juntos somos mais fortes”. Brega? Chavão? Pode até ser, mas o fato é que a capacidade de cooperação do ser humano foi responsável pela sobrevivência e desenvolvimento da espécie. Não podemos viver sozinhos, nunca pudemos e, me corrija se estiver errada nem poderemos. Diversos são os exemplos implícitos no nosso cotidiano sobre este fato. Vivemos em um momento onde é cada vez mais fácil e rápido conectar-se á alguém ou á um grupo de pessoas com interesses em comum. Juntar-se para desenvolver, ter esperança e esperançar um novo mundo possível, liberto das amarras que nos prendem.
O Projeto Missão Quebra-Queixo: Palhaça Brum vai ao Nordeste consiste na união de esperanças em comum, de esperanças que não esperam, que levam á diante, que juntam-se com outras para fazer a diferença. Consiste ainda na confiança no potencial de cooperação do ser humano, nas trocas simultâneas de conhecimento e vivências, na bondade, na gentileza.
No dia 14 de dezembro completamos três meses de estrada, a mala e eu. Três meses que não temos residência fixa, que moramos na casa de um e outro com esperanças em comum.
Sim, “Juntos somos mais fortes”.
Só o que tenho encontrado por estas bandas nordestinas são pessoas que não esperam o mundo mudar por si só. Tenho encontrado para além de artistas, lutadores sociais consciêntes de seu potencial transformador, pessoas que não tem medo de se unir e balançar a ordem “natural” das coisas.
Sim, “Juntos somos mais fortes”.
Só o que tenho encontrado por estas bandas nordestinas são pessoas que não esperam o mundo mudar por si só. Tenho encontrado para além de artistas, lutadores sociais consciêntes de seu potencial transformador, pessoas que não tem medo de se unir e balançar a ordem “natural” das coisas.
Ao chegar em Imperatriz (MA), não conhecia sequer uma pessoa pessoalmente. Ao sair, tive a certeza de ter feito amigos, cooperadores e parceiros para o resto da vida. Tantas foram as oportunidades de troca em espaços formativos e mesmo de convivência com seres humanos tão esperançosos quanto, que ali me deixei ficar até depois do carnaval. Cheguei para ficar uma semana e fiquei 20 dias. Tenho certeza que muitas sementes foram semeadas neste período, e que em breve estarão florescendo.
Ao chegar em Teresina, a mesma situação, não conhecia ninguém pessoalmente. E hoje (escrevo estas palavras um dia antes de partir para o Ceará), minha vontade é de ficar, confesso.
Aqui encontrei muita gente esperançando, cooperando. Tive a felicidade de encontrar almas com desejos que extrapolam os limites da espera.
Junto ao Projeto Estampido realizamos duas oficinas, uma específica para a ONG e outra aberta para a comunidade, totalizando 65 inscritos. Também realizamos reuniões de planejamento, atuação no Hospital da Criança, visita ao Abrigo de Idosos e uma apresentação do Espetáculo CABRUM. Partirei daqui muito feliz e com certeza de que um dia voltarei, ainda mais feliz, por que “uma andorinha só não faz verão”.
Aqui encontrei muita gente esperançando, cooperando. Tive a felicidade de encontrar almas com desejos que extrapolam os limites da espera.
Junto ao Projeto Estampido realizamos duas oficinas, uma específica para a ONG e outra aberta para a comunidade, totalizando 65 inscritos. Também realizamos reuniões de planejamento, atuação no Hospital da Criança, visita ao Abrigo de Idosos e uma apresentação do Espetáculo CABRUM. Partirei daqui muito feliz e com certeza de que um dia voltarei, ainda mais feliz, por que “uma andorinha só não faz verão”.
Gostaria de finalizar estas palavras com uma passagem do livro Não se desespere, do filósofo Mário Sérgio Cortella, que retrata exatamente meu sentimento após esta jornada de três meses:
“ -É preciso ter esperança. Mas tem de ser esperança do verbo esperançar.
Por que isto? Por que tem gente que tem esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. “Ah, eu espero que melhore, que funcione, que resolva”. Já esperançar é ir atrás, é se juntar, não desistir. É ser capaz de recusar aquilo que apodrece a nossa capacidade de integridade e a nossa fé ativa nas obras. Esperança é a capacidade de olhar e reagir àquilo que parece não ter saída. Por isso é muito diferente de esperar, temos mesmo é de esperançar!”

Fonte: http://www.esparatrapo.org.br/2014/esperanca-do-verbo-esperancar/
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
IV Mostra Estampídica
IV Mostra Estampídica - Clube dos Diários - 21 de Dezembro
- Validuaté (22h)
- Corpus Conti (23h)
- FullReggae (00h)
- Bia e os Becks (01h)
- Último Romance (02h)
- Café The Foyce (03h)
Lembrando que a Bilheteria é:
OU
-5 reais + um brinquedo novo ou em bom estado de conservação
A bilheteria vai ser na hora, no dia.
Lembrando que todo o material arrecadado será doado para as instituições que o Projeto Estampido atua: Hospital Infantil Lucídio Portela, Abrigo São Lucas , Hospital Natan Portella, Lar da Criança, entre outras.
E as bandas participam pelo intuito da festa
Assinar:
Postagens (Atom)




























